Ministérios acompanham o fluxo de abastecimento no país
Os ministérios da Agricultura e da Infraestrutura acompanham e discutem o fluxo de abastecimento no país para garantir o livre acesso a estradas, portos e aeroportos para as cargas essenciais. A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, têm conversado através de videoconferência, sobre o fluxo de abastecimento do país. Os dois ministros têm atuado em conjunto, com estados e municípios, com o objetivo de garantir o livre acesso a estradas, portos e aeroportos para as cargas essenciais, como são os produtos agropecuários, para o abastecimento da população e do sistema de saúde.
O ministro Tarcísio de Freitas fez uma avaliação positiva do sistema de transportes do país e disse que os caminhoneiros estão recebendo apoio nas estradas, com abertura de postos, oficinas e restaurantes. Os profissionais estão recebendo kits de alimentação e higiene, com apoio de entidades do setor público e privado.
Os ministros também conversaram sobre a distribuição, dos kits de testes rápidos, equipamentos de proteção individual (EPIs) e respiradores, que estão chegando nesta segunda ou sendo produzidos para a rede de saúde do país, via aérea e terrestre. A primeira remessa de kits chegará em São Paulo. Segundo o ministro Tarcísio, essa é “uma operação de logística de guerra para dar braço ao Ministério da Saúde”.
Um apelo do governo foi para que os secretários estaduais possam manter e garantir o abastecimento. Também numa reunião virtual que contou com a presença de 20 secretários estaduais, foi possível esclarecer dificuldades e soluções regionais encontradas em seus estados.
Para a Ministra Tereza Cristina, “O agro é fundamental para o abastecimento de nossa população com alimentos, para que a gente tenha paz e ultrapasse este momento difícil que vive o nosso país”, disse a ministra, que também conversou esta semana com a Confederação Nacional de Municípios para harmonizar procedimentos.
Já os secretários de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal, e de Política Agrícola, Eduardo Sampaio, que pediram o apoio dos secretários estaduais para evitar a interrupção de algum elo da cadeia. “A maior ajuda que podemos dar hoje para o produtor rural é garantir o fluxo de produtos”, disse Eduardo Sampaio. Segundo ele, um novo decreto irá detalhar ainda mais quais os serviços não podem parar, como produção e comercialização de insumos agropecuários, medicamentos de uso veterinário, material genético, defensivos agrícolas, fertilizantes e serviços de transporte de funcionários e de carga.

