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Irrigação com pivô central nas plantações de café garante aumento de produção

🕔08.abr 2025

Os testes realizados na Fazenda Santa Terezinha, em Campo do Meio, em Minas Gerais, se tornaram referências ao adotar a irrigação por pivô central, atingindo um aumento de até 50% na produtividade nas áreas irrigadas e garantindo a qualidade dos grãos mesmo em anos críticos. “O aumento na produtividade é uma consequência. O nosso foco principal é manter a estabilidade da produção”, afirma Mateus H. Barbosa Araújo, engenheiro agrônomo, mestre em Fitotecnia e representante da terceira geração à frente da gestão da propriedade.

Hoje, a Fazenda Santa Terezinha conta com oito pivôs centrais, dos quais cinco são modelos modernos da Valley. Três desses pivôs são totalmente dedicados à cafeicultura, enquanto um opera em sistema compartilhado com culturas anuais. Outros 25% da área de café são irrigados com gotejamento, garantindo precisão no manejo hídrico.b“Mesmo em anos de seca intensa, conseguimos minimizar as perdas com irrigação e manter a regularidade dos resultados. A aspersão do pivô facilita floradas homogêneas e contribui diretamente para o desenvolvimento uniforme dos frutos”, explica Mateus.

Além do café, a propriedade mantém uma produção diversificada com milho, soja, trigo, sorgo, feijão e aveia, integrando lavoura e pecuária de corte e leite em um sistema sustentável. Ainda assim, é o café que representa o maior retorno econômico da fazenda, justificando os investimentos em tecnologia e inovação.

Nos últimos cinco anos, a produtividade nas áreas irrigadas superou em quase 50% os resultados das áreas de sequeiro. A qualidade física dos grãos também melhorou significativamente, com frutos maiores e mais homogêneos. “A irrigação é o que nos permite produzir com previsibilidade, mesmo diante de adversidades climáticas extremas”, reforça.

 

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