Começa hoje o Colóquio Internacional de Nutrição de Plantas
O Colóquios Internacionais de Nutrição de Plantas que a cada 4 anos reúne todos os envolvidos na pesquisa, educação e treinamento em nutrição de plantas começa hoje em Foz do Iguaçu, no Paraná. O encontro é um dos mais importantes da área e vai até o dia 27 de agosto. Durante o evento, estará reunido o Conselho Internacional de Nutrição de Plantas, composto por cientistas de todo o mundo, com objetivo de contribuir para o campo da nutrição de plantas e promover a pesquisa não comercial baseada na ciência e a educação em nutrição de plantas, a fim de destacar a importância deste campo científico para a produção agrícola, segurança alimentar, saúde humana e proteção ambiental sustentável.
O Professor Ciro Rosolem, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), presidirá o encontro. “O colóquio será um excelente fórum para a troca e transferência de conhecimento, informações e ideias, bem como para a criação de novas colaborações e promoção de sinergias nas áreas de nutrição mineral de plantas, biologia molecular de plantas, genética de plantas, agronomia, horticultura, ecologia , ciências ambientais e uso e produção de fertilizantes”, disse Rosolem.
Desde o seu início no início da década de 1950, o IPNC cresceu e se tornou o mais importante encontro internacional sobre nutrição vegetal fundamental e aplicada. Com base no sucesso das reuniões anteriores do IPNC, mais de 800 participantes de todo o mundo são esperados nas Cataratas do Iguaçu.
O tema principal do 19º Colóquio Internacional de Nutrição Vegetal é: “Avançando para a Eficiência Global no Uso de Nutrientes”. Resultados recentes das principais pesquisas relacionadas aos diferentes aspectos da nutrição mineral das plantas serão apresentados no encontro.
“Este tema foi escolhido para destacar que os nutrientes das plantas, fundamentais para a intensificação bem-sucedida da produção agrícola global, podem representar um risco ambiental se não forem bem utilizados. Essa intensificação é necessária para atender às demandas da futura sociedade de base biológica por alimentos nutritivos, rações, matérias-primas e energia”, explicou Rosolem.

