Trabalho de conservação de peixes ameaçados de extinção da Bacia do São Francisco
O Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do São Francisco tem como principal objetivo aprimorar o conhecimento sobre espécies ameaçadas de extinção e mitigar atividades de impacto para promover a conservação e a recuperação da fauna aquática da bacia do rio São Francisco. O trabalho é coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e conta com apoio de diversos parceiros, entre eles a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
O Plano de Ação tem prazo programado para execução em cinco anos que começou a contar em maio do ano passado quando a portaria nº 34 foi publicada. O PAN São Francisco abrange oito espécies de peixes ameaçados de extinção, entre elas o pirá, peixe-símbolo do São Francisco, e estabelece estratégias para proteção de outras seis espécies em risco e/ou quase ameaçadas.
De acordo com Cláudio Fabi, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais (CEPTA), do ICMBio, entre as atividades já realizadas estão a ampliação do conhecimento do estado de conservação dessas espécies e da localização dos estoques, bem como o mapeamento das principais ações para recuperação do rio. Segundo ele, o trabalho envolve toda a bacia hidrográfica, mas, sobretudo, as regiões do Alto e Médio São Francisco.
Queda na produção de laranja no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo Mineiro/Sudoeste de Minas Gerais 0

