Verminoses provocam prejuízos de US$ 100 milhões no rebanho ovino brasileiro
Estima-se que, no Brasil, as doenças gastrintestinais levam a perdas de até 27% no ganho de peso de cordeiros criados a pasto, atingindo US$ 94,5 milhões por ano. Já as relacionadas à morte de animais ficam em torno de US$ 13 milhões anuais. O rebanho brasileiro chega a quase 20 milhões de ovinos, número ainda insuficiente para atender à demanda interna.
Os parasitas gastrintestinais são responsáveis por restringir a produção ovina, porque limitam o desempenho animal. O principal verme que ameaça ovinos é da espécie Haemonchus contortus, mais frequente nos pequenos ruminantes em regiões tropicais e subtropicais, causando anemia grave, edema submandibular e morte por hematofagia.
Para tentar controlar o problema, os produtores de ovinos acabam fazendo uso indiscriminado de anti-helmínticos, o que resulta na resistência dos parasitas, diminuindo a eficácia de seu controle. “Ferramentas tecnológicas capazes de identificar os mais parasitados do rebanho são importantes para promover um controle mais preciso, preservando os compostos anti-helmínticos que ainda são eficazes”, explica a pesquisadora Ana Carolina Chagas, da Embrapa.
Queda na produção de laranja no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo Mineiro/Sudoeste de Minas Gerais 0

