No dia Nacional do Suinocultor revelados muitos desafios para o bom desempenho do setor
Hoje é celebrado o Dia Nacional do Suinocultor, profissional essencial para assegurar a segurança alimentar no Brasil, já que o consumo de carne suína aumentou 20% entre 2015 e 2022, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal. Dentre os desafios do suinocultor estão enfrentar enfermidades relacionadas à saúde intestinal dos animais, comuns à produção, como a diarreia pós-desmame em leitões – e assegurar o bem-estar do plantel durante toda a cadeia de produção, não somente por meio de soluções preventivas ou terapêuticas mas também por meio do manejo correto.
“O bem-estar animal é uma premissa para a definição de todas as estratégias e ações enfrentados pelo suinocultor com objetivo de obter alta produtividade nas granjas, diz Pedro Sbardella, gerente de marketing de Monogástricos Brasil da Elanco. Uma das soluções voltadas à suinocultura reconhecida pela BEA foi a vacina Coliprotec™ F4/F18, que tem foco no controle da diarreia pós-desmame em leitões relacionada à bactéria Escherichia coli enterotoxigênica (ETEC) F4 e F18, a causa mais comum de mortalidade pós-desmame em leitões, no Brasil e no mundo todo. É a única vacina oral no país com este fim.
Segundo o executivo, a Coliprotec™ F4/F18 “Trata-se de uma vacina viva, de aplicação oral, na água de bebida dos animais ou via aplicadores, o que significa menos estresse para o suíno quando comparado a produtos de administração injetável. É o único imunizante oral registrado no país com recomendação para uso em bebedouros na maternidade, ou seja, ainda na fase de aleitamento do animal, a partir dos 18 dias de vida, cuja eficácia contra a E.coli é atestada em diversos estudos internacionais e largamente validada pelos mercados onde está registrada”, completa.
Além disso, ao exigir apenas uma dose para proteger a imunidade dos animais contra infecções por cepas ETEC, a vacina também garante mais conforto aos animais e também ao produtor. A imunização com somente uma dose é alcançada sete dias após a vacinação. “A estratégia induz uma reação imune localmente, no intestino; ou seja, ao invés dos receptores serem ocupados pelas cepas patogênicas da bactéria ETEC, eles são ocupados pelas vacinais, reduzindo a quantidade de bactérias patogênicas no intestino e estimulando a produção de anticorpos locais (principalmente IgA)”, explica Maria Eugênia Ferraz, Consultora Técnica da Elanco.

