A importância de revisar bem as máquinas e equipamentos agrícolas
O setor da agricultura está produzindo cada vez mais para abastecer o mercado mundial e para ter uma boa referência de produtividade é importante que todos os equipamentos estejam funcionamento perfeitamente. De acordo com o Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), é importante inspecionar colheitadeiras, equipamentos de cultivo, plantadeiras e pulverizadores, observando a moldura e a estrutura para ver se há soldas quebradas ou algo que precisa ser consertado. Também vale checar se as rodas de fechamento da plantadeira estão desalinhadas, se há algum ponto de desgaste no equipamento, se existem parafusos soltos e se há necessidade de lubrificação. Outro ponto de atenção são as baterias.
“As máquinas agrícolas modernas são equipadas com uma série de equipamentos eletrônicos, monitores, computadores e sistemas automatizados. Essas melhorias as tornaram mais eficientes e produtivas e mudaram o papel da bateria de dispositivo de partida básico para componente de energia vital de todo o sistema elétrico”, explica Rodrigo A. Domingues, da Clarios.
Para que a bateria esteja apta a fornecer a energia necessária aos equipamentos agrícolas é preciso conhecer as principais causas que levam a falha do componente: sobrecarga, subcarga, falhas de conexões e falta de manutenção adequada.
Outro ponto a ser observado é o estado dos componentes periféricos como alternador, motor de partida e sistemas elétricos em geral. Esses itens podem afetar diretamente a vida útil das baterias devido ao impacto direto exercido sobre a mesma.
Rodrigo A. Domingues, da Clarios, salienta que a fixação da bateria e dos cabos de energia também são pontos importantes a serem observados. Baterias com má fixação ou soltas podem ser danificadas internamente devido à vibração do veículo, tendo, portanto, sua vida útil reduzida ou até mesmo favorecendo a ocorrência de curto-circuito, o que ocasionará a perda imediata do produto. Conexões soltas ou danificadas geram dificuldade na passagem da corrente elétrica e exigem mais do produto para realizar o mesmo trabalho, gerando aquecimento desnecessário ao componente.

