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Produtores brasileiros sofrem perdas com a safrinha do feijão

🕔02.jun 2021

A diminuição é de 8,2%, equivalente a 98,7 mil toneladas a menos do que o esperado. As condições climáticas estão por trás desse resultado. Lenisson Carvalho, gerente de grandes culturas da Ourofino Agrociência, explica que não choveu na quantidade ideal nas principais regiões produtoras, no Brasil. A queda nas projeções para a segunda safra de feijão foi resultado de um levantamento do Instituto Brasileiro de Estatísticas e Geografia (IBGE),

Diante desse cenário, há a possibilidade de captura de valor para quem for investir na terceira safra da cultura, segundo o especialista da empresa de defensivos. O cultivo ocorre de abril à outubro e depende de irrigação, devido às características climáticas do período. Segundo estimativa de maio da Companhia de Abastecimento Nacional (Conab), espera-se produzir 821 toneladas do grão na safra indicada.

Uma forma de aumentar a proteção da planta e, com isso, conquistar um maior crescimento e resistência a fatores adversos é o uso correto de defensivos agrícolas. Eles atuam contra pragas conhecidas do agricultor, as lagartas, por exemplo. Nesse caso, conta Carvalho, inseticidas devem ser aplicados na área de acordo com o índice de controle da praga. “O controle das lagartas permite manter a área fotossintética, as estruturas reprodutivas e o desenvolvimento das plantas”, comenta o gerente da Ourofino Agrociência. Há, porém, outros desafios no campo para os agricultores controlarem. As doenças foliares também estão presentes na cultura do feijão, contra as quais agem os fungicidas.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa, a antracnose pode levar à perda integral da lavoura, isso se infectar as plantas nos primeiros estágios de desenvolvimento. O mofo-branco é outro fator preocupante porque também é devastador para esse tipo de cultivo.

CITEquin - Hospital do Cavalo, Paudalho-PE