Como usar o controle químico ou biológico para acabar com as pragas no campo
Os diferentes tipos de controle de pragas não devem se rivalizar porque o MIP pressupõe a associação de dois ou mais métodos de controle, visto que quando se adota diferentes práticas, compatíveis entre si, criam-se várias frentes de controle e, ao longo do tempo, a eficiência aumenta à medida que o problema fitossanitário se reduz.
A adoção simultânea do controle biológico e do controle químico potencializa as chances de supressão da praga-alvo mais rapidamente e contribui para a sustentabilidade da produção. Por exemplo, a liberação dos inimigos naturais na lavoura, se realizada no momento exato e na quantidade correta, garante altos índices de controle e contribui para a redução do número de pulverizações de produtos químicos.
Embora o custo do controle biológico e do controle químico seja praticamente equivalente, há uma economia indireta e outras vantagens associadas à adoção do MIP como, por exemplo, a redução entre 30% e 40% da frequência de pulverizações em diferentes cultivos de hortaliças. “Há também uma exigência do mercado consumidor por alimentos mais saudáveis, o que pode fazer o produtor pensar em outras vias de controle”, pondera o pesquisador Miguel Michereff Filho, da área de Entomologia da Embrapa Hortaliças (Brasília, DF).
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