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Um produtor de café mineiro vence o prêmio nacional de cafés especiais

🕔18.jan 2022

Premiação, realizada pela Alltech Crop Science, comprovou que tecnologias nutricionais contribuem para que produtores aumentem sua pontuação e alcancem a classe dos cafés especiais. Em novembro, aconteceu a 1ª edição do Special Coffee, uma premiação realizada pela Alltech Crop Science. O projeto avaliou a qualidade dos grãos e da bebida de dezenove produtores de diversas regiões do Brasil, pontuando e selecionando três vencedores a partir da escala internacional: Specialty Coffee Association of America (SCCA).

Um dos critérios de participação do prêmio foi a utilização de duas soluções biotecnológicas que combinam potássio a aminoácidos específicos, resultando em cafés mais sofisticados. Com 84,75 de nota, o primeiro colocado, o cafeicultor Emerson Monteiro de Andrade, da Fazenda Boa Vista, localizada em Ibiraci (MG), recebeu o Selo de Café Especial e teve parte do seu lote comprado pela empresa.

Segundo Andrade, que tem mais de 30 anos de experiência como cafeicultor, o efeito das aplicações em 20 hectares de lavoura foi fantástico: “Melhorou muito a performance das plantas. A quantidade de sacas produzidas por hectare e a qualidade do café foi surpreendente. Em relação a outras áreas de cultivo, tive um aumento de 30% na produtividade. Foi a minha melhor safra”, relata Andrade, que também identificou uma bebida com padrão superior e sabor mais suave.

Segundo o engenheiro agrônomo e doutor em Produção Vegetal, Marcos Revoredo, gerente técnico especializado em hortifrúti da Alltech Crop Science, este desempenho se deve a uma estratégia de manejo que combina duas tecnologias nutricionais ricas em potássio e aminoácidos a momentos chaves para o sucesso do cultivo.

Estas substâncias orgânicas são aplicadas no início do processo de maturação do café, quando os frutos estão na fase verde-cana. O reforço é feito quando a planta está com 5% dos frutos em estado cereja. Então, nós promovemos uma intensificação para reduzir o estresse da cultura e potencializar o transporte de carboidratos, permitindo que a planta tenha capacidade de direcionar energia para diversas necessidades fisiológicas”, explica.

 

 

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