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Preservação ambiental é preocupação de Usina alagoana

Preservação ambiental é preocupação de Usina alagoana

🕔14.abr 2016

usina alagoanaA sociedade brasileira vem exigindo de empresas e instituições mais atenção para os cuidados com a preservação do meio ambiente. São os reflexo de uma transformação que permeia toda a sociedade. Por esta razão os cuidados com o meio ambiente tem levado as empresas a promoverem novos valores e estabelecerem investimentos significativos em projetos sociais, na promoção de campanhas ou incluindo a questão ambiental nos seus indicadores operacionais. É o caso da Usina Coruripe, uma das maiores do setor sucroalcooleiro do país, que se posta à frente com a responsabilidade ambiental e a preocupação com o bem-estar social.

Entre as ações da empresa para preservação ambiental, houve implantação de uma sementeira de árvores da Mata Atlântica, que produz, anualmente, mais de 50 mil mudas de espécies nativas. Para 2016, serão produzidas 55 mil mudas de 35 espécies distintas, como pau-brasil, ipê amarelo, ipê roxo, canafístula, cabo-de-facão, jaqueira-do-brejo, peroba rosa, visgueiro, oricuri, jenipapo, massaranduba, sucupira preta, ingazeira, pitanga, pitomba, dentre outras.

A ideia do viveiro surgiu com o objetivo de produzir mudas para formação de corredores ecológicos e recuperação de área de preservação permanente em áreas agrícolas de atuação da Usina Coruripe. A expectativa para 2016 é de que 35 mil mudas sejam plantadas nas áreas de preservação permanente e de que as outras 20 mil sejam doadas para prefeituras, fornecedores, ONGs, entre outros parceiros. “Além de envolver nossos funcionários e colaboradores, estendemos a ideia aos nossos clientes e à comunidade, que apoiam a iniciativa para projetos de educação ambiental, entre outros”, afirma o gerente de sustentabilidade, Bertholdino Apolônio Teixeira Junior.

A Usina Coruripe, uma das maiores empresas do setor sucroalcooleiro no território nacional, foi fundada, em 1925, por José de Castro Azevedo, a partir da união de diversos engenhos de banguê, que já expressavam àquela época a vocação canavieira do município de Coruripe, a 120 quilômetros de Maceió (AL). Em janeiro de 1941, o empreendedor Tércio Wanderley adquiriu o controle acionário da empresa. Hoje, a empresa –que tem sede em Alagoas e quatro unidades em Minas Gerais– fabrica 20 milhões de sacos de açúcar e 500 milhões de litros de etanol. O faturamento bruto é de R$ 1,6 bilhão por ano.

 

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