Brasil vai fechar as fronteiras para combater a entrada de pragas e doenças na agricultura
Acaba de ser lançado o programa de defesa agropecuária em fronteiras com investimento de R$ 125 milhões, que serão investidos em cinco anos. Os recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento serão aplicados para o fortalecimento de ações sanitárias e fitossanitárias nos 15,7 mil quilômetros de fronteira brasileira.
Na mesma ocasião foi lançada também, a Força Nacional do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (FN-SUASA) e processo eletrônico de exportação Canal Azul. As três iniciativas fazem parte do Plano de Defesa Agropecuária 2015-2020 (PDA) apresentado pelo Mapa em maio, é um dos principais eixos que norteiam a gestão da ministra Kátia Abreu.
O Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária na Faixa de Fronteira está estruturado em quatro componentes:
- Fortalecimento institucional
- Comunicação e educação continuada
- Sistema de gestão territorial aplicado à faixa de fronteira
- Informação e inteligência
Para os dois primeiros componentes, os estados fronteiriços e o Mapa investirão RS 125 milhões em computadores, equipamentos de comunicação móvel, veículos, embarcações especiais, drones, softwares, cursos, workshops e material didático e de divulgação.
Do montante previsto, R$ 35,2 milhões serão investidos no primeiro ano e o restante entre o segundo e o quinto ano de execução do programa. O objetivo é fortalecer a estrutura e a capacidade para coleta, processamento e transmissão de dados e informações nos órgãos estaduais de defesa agropecuária, nas Superintendências Federais de Agricultura e nas unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) atuantes na faixa de fronteira.

