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A palmeira do norte vai começar a ser melhor aproveitada pelos agricultores

🕔16.mar 2016

A Palmeira inajá, também conhecida como palmeira do norte, sempre foi considerada uma praga e de pouco uso. Agora, no entanto, os estudos realizados pelos pesquisadores da Embrapa estão definindo mais utilidade para a Inajá e o seu fruto, como matéria-prima para o biodiesel e fonte de renda para o pequeno produtor.

O objetivo dos pesquisadores é desfazer o mito de que o inajá não serve para nada. Quem pensa que o inajá é uma praga vai descobrir que está muito enganado. Para os produtores rurais que sempre consideraram a palmeira uma praga, pois a germinação de suas sementes ocorre de forma muito rápida e a propagação da planta é muito difícil de ser controlada e eliminada, existe agora uma nova visão.

A partir da divulgação das pesquisas da Embrapa sobre o inajá e seu potencial para a economia brasileira, esse quadro começou a mudar. As pesquisas realizadas pela Embrapa Roraima, Embrapa Amapá em parceria com a Embrapa Agroenergia descobriram que o fruto do inajá possui óleo que pode ser aproveitado de variadas formas, que vão desde a alimentação humana e animal, até a geração de biodiesel. As pesquisas feitas com o inajá até agora vão permitir que em breve a palmeira possa ser fonte de biocombustível para o país.

 

 

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