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Parceria entre brasileiros e britânicos facilita identificação de doenças no trigo

🕔16.abr 2016

brasil e inglaterraPesquisadores de três instituições, dos dois países, estão desenvolvendo estudos para aprimorar a identificação de doenças no trigo por meio de novas técnicas que utilizam sensores de imagens para quantificar reações diferenciais de plantas infectadas por patógenos.

O projeto para desenvolver métodos de identificação dessas doenças, está em desenvolvimento por Cientistas do Brasil e do Reino Unido através do convênio entre a Embrapa e o Biotechnology and Biological Sciences Research Council (BBSRC), criado com o objetivo de aproximar as relações de pesquisa entre Brasil e Reino Unido.

Um dos ramos da pesquisa binacional envolverá técnicas de fenotipagem por imagens com uso de sensores (câmeras) de infravermelho para captar sintomas não visíveis que ajudam a identificar precocemente uma doença e distinguir com precisão plantas suscetíveis das mais tolerantes ou resistentes. Outros equipamentos portáteis, como porômetro e espectrômetro, também podem ser aplicados para medir níveis de estresses de plantas infectadas.

O alvo do trabalho no primeiro momento é o complexo de manchas foliares, que podem comprometer até 40% da produção. “O projeto tem como objetivo aplicar as novas técnicas de fenotipagem visando a maior precisão e automação na avaliação de doenças no trigo”, explica o pesquisador Flávio Santana, líder do projeto na Embrapa Trigo.

Como resultado da primeira fase da iniciativa, o projeto liderado pelos pesquisadores Anyela Camargo, do Reino Unido, e por Flavio Santana, do Brasil, permitiu que os pesquisadores da Embrapa Trigo Eduardo Caierão, Sandra Mansur e o próprio Santana visitassem, em julho de 2015, o National Plant Phenomics Centre, no IBERS, na cidade de Aberystwyth, País de Gales; e o NIAB, em Cambridge, na Inglaterra, para discutir a elaboração de projeto em parceria.

 

 

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