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Representantes brasileiros na COP 21 decidem exigir a restauração da terra para liberar novos financiamentos

🕔06.dez 2015

cop 21A decisão foi anunciada pelo chefe da Área de Meio Ambiente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Márcio Macedo Costa, em evento da Coalizão Brasil, Clima, Floresta e Agricultura, no International Union for Conservation of Nature (IUCN), sobre os retornos dos investimentos em florestas, em Le Bourget, Paris.

O BNDES passará a exigir restauração de parte da terra para conceder financiamentos de longo prazo. O tema florestas é trabalhado no Brasil pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), integrante da Coalizão, e representa no país iniciativas empresariais internacionais como as Parcerias para Tecnologias de Baixo Carbono (LCPTi, na sigla em inglês) e We Mean Business.

O CEBDS, a Coalizão, o LCTPi e o We Mean Business trabalham as questões relativas às florestas ponto de vista dos negócios. O foco do LCPTi é o desenvolvimento e a proposição de soluções de negócios sustentáveis por meio de parcerias público-privadas; e o do We Mean Business, nessa área, é a proposição às empresas de não utilizarem produtos oriundos de áreas desmatadas ou de exploração ilegal em sua cadeia de produtiva.

Segundo Márcio Costa, é importante reconhecer o valor das diferentes inciativas de reflorestamento, informa Lilia Caiado, assessora técnica do CEBDS presente ao evento que tratou desse tema na COP 21.

 

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