Crescimento da exportação de carne estimula pecuaristas a investir no setor
O Brasil é responsável por 17% da produção de carne no mundo, ficando em segundo lugar, perdendo apenas para os EUA, com 19%. A expectativa é que em cinco anos o país ocupe o primeiro lugar. Diante desse crescimento, a pecuária de corte tem se tornado um segmento cada vez mais promissor. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) – 2015, a exportação de carne bovina brasileira atingiu US$505,8 milhões em julho, considerado o maior faturamento do ano.
A redução do rebanho norte-americano, influenciado pela seca e o abate de matrizes favoreceu ainda mais as exportações de carne in natura do Brasil, de acordo com a Confederação Nacional da Carne (CNA) – 2015. O investimento em equipamentos tecnológicos e biotecnologias como a inseminação artificial tem sido a principal estratégia para aumentar a produtividade na pecuária de corte. Mas alcançar bons resultados no mercado, é preciso investir e se adequar às novas estratégias, para que tenha uma produção eficiente, com qualidade e resulte num negócio sustentável.
“Acreditamos que, conforme o avanço e melhoria da produtividade de carne no país, teremos mais abertura no mercado externo e uma maior valorização da carne brasileira. Com isto, o produtor é estimulado a investir cada vez mais em seu sistema, consequentemente aumentando o uso de tecnologias como, por exemplo, a inseminação artificial”, conclui Miguel Abdalla, gerente de Corte Taurino da Alta.

