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Pulgas, carrapatos e mosquitos podem transmitir doenças para os pets

🕔02.fev 2016

gato e cachorroAs pulgas, carrapatos e mosquitos podem transmitir doenças perigosas para os animais e toda a família desde o momento em que se encontram no ambiente e nos pelos caninos e felinos. Para conscientizar as pessoas de que o maior problema não são apenas os insetos vetores em si, mas principalmente as doenças que podem transmitir e suas consequências para a saúde e bem-estar dos pets e de suas famílias, a área de Saúde Animal da Bayer acaba de lançar a campanha “Melhor Sem Picar”, que incentiva o uso preventivo de antiparasitários cuja eficácia não esteja relacionada a necessidade de picada.

Quando o assunto é insetos vetores como pulgas, carrapatos, mosquitos e flebotomíneos muitos proprietários de animais de estimação possuem a mesma conduta: aplicam um antiparasitário apenas quando veem que o animal já está infestado. Dados indicam que 85% dos proprietários levam seus pets para uma consulta com um médico veterinário apenas quando há necessidade de tratamento1, entretanto, “O proprietário precisa questionar o médico veterinário sobre o mecanismo de ação do antiparasitário que irá adquirir. Há no mercado inúmeras opções, porém, o ideal são aqueles que matam as pulgas, carrapatos e mosquitos apenas por contato, sem a necessidade desses parasitas picarem o animal para enfim serem contaminados e morrerem.

O cuidado com os pequenos animais, é principalmente, porque ao picar, o inseto pode transmitir doenças para o pet – como, por exemplo, verminoses, doença de Lyme, leishmaniose, entre outras, que são debilitantes e podem vir a atingir toda a família”, afirma o Professor Dr. Marcio Moreira, responsável pelo Laboratório de Patologia Clínica e Banco de Sangue do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi.

O cenário de urbanização das grandes cidades propicia a proliferação de insetos vetores, por isso é importante a realização de um tratamento preventivo quando falamos em pulgas, carrapatos e mosquitos. “Comparativamente, é comum ser pensado na proteção de crianças e demais membros da família de ameaças sazonais – a exemplo da dengue e da Chikungunya, que estão disseminadas em várias regiões do País -, mas nos esquecer de que os pets também fazem parte desse grupo que precisa de proteção e não apenas carinho e alimentação. Exatamente por isso precisamos agir preventivamente”, ressalta Marcio Moreira.

 

 

 

CITEquin - Hospital do Cavalo, Paudalho-PE