Estratégias para reduzir o avanço da vassoura da bruxa da mandioca
Para diminuir os impactos da nova doença, a Embrapa recomenda estratégias que vão desde o protocolo de detecção precoce do patógeno, uso de manivas de comprovada sanidade, boas práticas agrícolas, entre outras, envolvendo os diversos agentes que atuam nas respectivas recomendações:
- Monitoramento e Vigilância: Intensificação do monitoramento das áreas de cultivo para identificação precoce de sintomas.
- 1.1. Estabelecer protocolo de detecção precoce do patógeno via PCR e/ou via sequenciamento por HTS em suporte às ações de monitoramento e vigilância
- 1.2. Acreditar laboratórios para a realização do diagnóstico e indexação para patógenos de importância para a cultura
- Quarentena: Implementação de medidas de quarentena para restringir a movimentação de material vegetal de áreas afetadas.
- Manivas sadias: Uso de manivas com comprovada sanidade, e produzidas em regiões sem a doença, ou em condições que não permitam o desenvolvimento do patógeno (ex. câmaras térmicas, viveiros e estufas)
- Tratamento Químico: Uso de fungicidas específicos para controlar a dispersão do patógeno, conforme regulamentações locais.
- Práticas Culturais: Remoção e eliminação por queima de plantas doentes como forma de reduzir o inóculo nas áreas afetadas e diminuir a incidência de novas plantas infectadas.
- Assepsia / sanitização de ferramentas utilizadas para a destruição das plantas com sinais da doença. Lavagem com água e detergente e em seguida a sanitização com solução de hipoclorito de sódio a 1,25%.
- Realizar o ensacamento e rápida lavagem de roupas, calçados e chapéus e ou bonés utilizados nas visitas em áreas afetadas pela doença, de forma a evitar a disseminação de esporos para outras regiões do país.
- Elaborar publicações, vídeos e cartazes para o esclarecimento do público em geral sobre os sinais e modos de transmissão da doença.
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