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Vaqueiros de todo o Brasil se mobilizam contra a proibição das vaquejadas

🕔24.out 2016

Mais de 700 caminhões de transporte de cavalos, já estão a caminho de Brasília para o maior protesto que se tem notícia contra a possibilidade de proibição de realizações de vaquejadas no Brasil. A maioria são provenientes do Nordeste e vão se reunir em Brasília, no próximo dia 25, terça feira, para protestar contra a decisão do Superior tribunal de justiça que considerou inconstitucional, a lei cearense que regulamentava a realização de vaquejada em todo o estado.

Para o criador de cavalos quarto de milha, e um dos integrantes da comissão pernambucana que vai estar na audiência pública na Comissão de Esportes e Meio Ambiente da Câmara Federal, Sergio Novaes, se a decisão do Superior Tribunal Federal se mantiver, o setor que tem cerca de 700 mil empregos, viverá momentos caóticos. A maioria dos produtores não poderá realizar seus leilões para levantar recursos e manutenção do criatório de cavalos. E a mão de obra estará entrando no perfil, já tão prejudicial para o país, dos milhares de desempregados.

A atitude dos ministros, segundo os produtores, foi de total desconhecimento da realidade das vaquejadas no país. Hoje, segundo Sérgio, há recuros que pensam na preocupação e cuidados com os animais envolvidos na vaquejada. Um deles, por exemplo, é a proteção para os rabos do bois, uma das maiores reclamações dos ambientalistas nesse caso.

Para os manifestantes, a vaquejada é uma das mais tradicionais manifestações culturais do nordeste, e como tal não pode simplesmente desaparecer mediante uma decisão judicial que aparentemente tem pouco conhecimento da importância do setor para a economia e para a vida dos trabalhadores do campo, como vaqueiros e boiadeiros.

Sérgio Novaes, diz que se não houver uma revisão nesta decisão, dificilmente terá condições de promover o leilão anual do seu criatório, porque a vaquejada é o único meio de valorizar a comercialização dos animais. E segundo ele, centenas de criadores estarão na mesma condição, o que vai inviabilizar uma importante fonte de renda nordestina.

O que os organizadores da manifestação em Brasília defendem éque tudo aconteça de forma pacífica e ordeira, porque não querem confrontar as autoridades, mas exigem uma análise criteriosa dos efeitos de uma decisão descompromissada com a realidade regional.

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