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Um balanço das exportações do arroz brasileiro este ano

🕔17.mai 2016

arroz grão divididoHouve crescimento no registro das exportações num volume de 11% em 2016. É o balanço do primeiro quadrimestre do ano. De janeiro a abril, foram US$ 108,2 milhões comercializados junto ao mercado externo, o que representa uma alta de 11% em relação ao mesmo período de 2015. A análise é feita pela Associação Brasileira da Indústria do Arroz, (Abiarroz) com informações da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

As ações do projeto Brazilian Rice – uma parceria entre a Abiarroz e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de arroz beneficiado – têm participação relevante neste panorama positivo, como destaca Gustavo Ludwig, gerente do projeto.

Nos mercados onde foram realizadas atividades de promoção comercial e de imagem a partir do Brazilian Rice, destaca Ludwig, é possível notar o crescimento mais expressivo dos números. “Este é o caso do Peru, que comprou 62% a mais de arroz brasileiro em dólares em 2016 e onde Brazilian Rice e as empresas do país participam desde 2014 da feira Expoalimentaria”, destaca Ludwig, lembrando que a cotação do dólar, na casa dos R$ 4 no início do ano, também contribuiu para o resultado positivo das exportações do país de janeiro a abril. Dentro dos mercados de destaque, o gerente cita ainda os Estados Unidos, onde as vendas saltaram de US$ 2,8 milhões para US$ 8,5 milhões neste período após seguidas missões de prospecção e feiras do projeto, e Arábia Saudita, um mercado em fase de consolidação para o arroz do Brasil.

A expectativa é que no ano de 2016 o crescimento nas exportações se mantenha, apesar da baixa significativa do câmbio e da redução de cerca de 14% da safra de arroz. “Procuramos compensar essas dificuldades com a prospecção de novos mercados, ampliação das ações no mercado norte-americano e inclusão de novas empresas no processo exportador”, destaca Ludwig, lembrando que mais de 50 países compraram o cereal brasileiro em 2016.

 

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