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Pesquisadores querem fortalecer estudos em agroecologia para NE

🕔21.dez 2014

O nordeste ganhou destaque num encontro científico sobre o fortalecimento da agroecologia na região. O encontro foi realizado em Aracaju e conduziu as ações para dimensionar um esforço coletivo, articulado e construído de forma participativa, com voz ativa de todos os envolvidos e foco no fortalecimento de um Projeto em Agroecologia para a Região nordeste.

Realizado com recursos do Plano de Inovação da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o encontro reuniu diversos pesquisadores e analistas das oito Unidades da Embrapa no Nordeste e de mais quatro Unidades baseadas em outras regiões, além de representantes de entidades parceiras – universidades, órgãos de assistência técnica e extensão rural, ONGs, associações e agentes públicos estaduais e federais de desenvolvimento agropecuário.

A figura do arranjo integra a nova forma de organização da programação de trabalho da Embrapa, que reúne e concentra os esforços de pesquisa e projetos sobre um mesmo tema com o objetivo de fortalecer os resultados para a sociedade. Vinculados a portfólios de projetos que tratam de grandes temas da agricultura brasileira (agroenergia, mudanças climáticas, sistemas de produção de base ecológica, etc.), os arranjos englobam subtemas como agroecologia com recorte regional, diversificação de culturas para determinadas áreas, reprodução animal e produtos específicos.

Em dinâmicas de grupo e com atividades lúdicas e interativas, os participantes conheceram a estrutura de arranjos da Embrapa e discutiram a formatação do arranjo em agroecologia para o Nordeste, identificando projetos já em execução que podem ser incorporados e novos direcionamentos de pesquisa em áreas que devem ser fortalecidas para promover o avanço de práticas agrícolas de base ecológica na região.

Dos projetos em andamento discutidos pelo grupo, cerca de 20 devem ser incorporados à proposta do arranjo, e os participantes propuseram outros 20 novos projetos que deverão ser elaborados ao longo dos dez anos. O prazo para submissão da carta-consulta na primeira chamada de 2015 é 30 de janeiro, e os pesquisadores e analistas envolvidos se comprometeram a uma verdadeira força-tarefa para concluir todos os componentes da proposta a tempo de cumprir o prazo.article

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