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Pesquisadores preveem criar o algodão transgênico livre do bicudo em dez anos

🕔08.set 2017

algodão no campoA semente do algodão resistente ao bicudo deverá surgir como resultado da pesquisa desenvolvida através do convênio assinado entre duas unidades da Embrapa, a Embrapa – Algodão e Recursos Genéticos e Biotecnologia – e o Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), com financiamento da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), através do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).

A praga afeta todas as regiões produtoras do Brasil e representa um custo adicional de US$ 250 por hectare, além das perdas de produtividade e impactos sobre a saúde humana e meio ambiente. Nesta primeira fase do projeto, serão investidos aproximadamente R$ 18 milhões ao longo de 5 anos. Através do acordo de cooperação será desenvolvido o algodão transgênico resistente ao bicudo do algodoeiro (Anthonomus grandis), principal praga do cultivo.

O chefe-geral da Embrapa Algodão, Sebastião Barbosa, explica que a Unidade já vem trabalhando no desenvolvimento de plantas resistentes ao bicudo, mas a injeção de recursos externos vai acelerar as atividades nesse projeto. “Já estamos trabalhando na modificação de plantas do algodoeiro, introduzindo genes da bactéria Bacillus thuringiensis, que produz toxinas letais para alguns insetos. O trabalho vem sendo realizado em laboratórios e casas de vegetação, havendo ainda muitas etapas a serem percorridas até que uma planta resistente possa ser cultivada comercialmente. Nossa expectativa é de que em 10 anos possamos ter a semente desse algodão resistente ao bicudo disponível ao produtor”, afirma.

 

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