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O crescimento da produção de peixes no Brasil

🕔21.out 2017

peixes - criaçãoUm levantamento estatístico feito pela Associação Brasileira de Piscicultura, publicado no Anuário Brasileiro de Piscicultura (Peixe BR) aponta que a produção de peixes alcançou 640.510 toneladas no Brasil, em 2016. O estado de Rondônia se destacou como um dos maiores produtores, totalizando em 74.750 toneladas, entre os maiores estados produtores estão o Paraná, com 93.600 toneladas e São Paulo com 65.400 toneladas. No total, foram mais de 1 milhão de empregos gerados e a receita brasileira fechou com R$4,3 bilhões no ano.

Neste contexto, o Brasil é um dos países com maior potencial para aumentar a produção, já que dispõe de água, espécies promissoras (tilápia, tambaqui, pirarucu, entre outros), clima favorável e alta tecnologia. A produção poderá atender às crescentes demandas domésticas e ainda ser direcionada à exportação, ampliando a demanda de empregos em toda a cadeia produtiva.

Outra vantagem é a possibilidade de produzir mais em menos espaço, ou seja, todos os produtores, desde o pequeno ao grande, que tiverem interesse na criação de peixes, pode cultivar em um espaço de sua fazenda e dividir com as demais atividades do campo, como: pecuária e agricultura. Em um hectare de lâmina d’água, por exemplo, podem ser produzidos 10.000 kg por ciclo de cultivo. Com o auxílio de aeradores, que incorporam oxigênio dissolvido na água, é possível produzir até 50.000 kg por hectare. Há sistemas de produção super intensivos que podem atingir entre 30 a 40 kg de peixe nativos (redondos ou surubins) por metro cúbico de água, para tilápias é possível ultrapassar a 100 kg/m3.

Peixes também possuem alta capacidade para ganhar peso, mesmo em um pequeno espaço, contanto que tenham um manejo adequado e dieta de qualidade. Com menos de 1,5kg de ração, os peixes podem ganhar até 1 kg de peso e dependendo da espécie podem atingir entre 2-3 kg de peso em um ano de cultivo. Além disto, peixes não gastam energia para manter a temperatura corporal e utilizam muito menos energia do que as aves e mamíferos para excretar nitrogênio. Desta forma, as rações ficam mais concentradas em proteína e é preciso estar atento ao manejo nutricional para não resultar em erros que podem reduzir a eficiência alimentar, elevar os custos de produção e, ainda, causar impacto ambiental desnecessário.

Para atender à esta demanda, a Guabi desenvolveu as rações Pirá Crescimento indicada para se obter um alto ganho de peso em sistema intensivo de produção, em cultivos em tanques de rede e raceways e Pirá Acabamento, ideal para sistemas de produção semi intensivos, em cultivos em viveiros escavados. Estes alimentos garantem crescimento rápido e mais ciclos por ano.

 

 

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