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Experiência garante o equilíbrio para a avicultura brasileira enfrentar a crise

🕔25.dez 2015

galo na gaiolaO setor avícola chega ao final deste ano tão pressionado pelos custos de produção quanto em 2012, ano em que a avicultura enfrentou um de seus piores momentos. A crise de três anos atrás, no entanto, deixou lições importantes, baseadas em prudência e planejamento. O aprendizado garantiu à cadeia da carne de frango equilíbrio para seguir crescendo mesmo em um ano instável como 2015. A constatação é da Expedição Avicultura, projeto técnico-jornalístico que traçou novo diagnóstico da cadeia produtiva do frango no Sul do Brasil.

A equipe de trabalho percorreu mais de 5 mil quilômetros em roteiros pelo Paraná e Santa Catarina e, pela primeira vez, visitou também o Rio Grande do Sul. Juntos, os três são responsáveis por 63% da produção avícola brasileira e controlam 75% das exportações. Em 2015, apesar da instabilidade econômica, a região Sul conseguiu manter os índices de abate e cresceu em exportação, enviando 9,31% mais carne de frango para outros países, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

“Embora tenha enfrentado um cenário negativo, a atividade se portou muito bem. A avicultura no Paraná e no Brasil é muito séria, muito técnica e muito inteligente. É uma atividade que efetivamente trabalha com planejamento de curto e médio prazo. Ficamos de olho na economia como um todo”, aponta o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins.

“Tanto o produtor quanto a indústria dizem que nunca se gastou tanto para produzir um frango como neste ano. Talvez o setor esteja sendo pressionado em custos tanto quanto, ou até mais que em 2012. Mas como a cadeia produtiva está ajustada e conseguiu distribuir bem os mercados e não derrubar os preços, está conseguindo se manter equilibrada e seguir crescendo”, explica analisa o integrante da Expedição Avicultura, Igor Castanho.

 

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