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Dinheiro do funcafé chega aos bancos para repassar aos produtores

🕔13.ago 2018

café - conilonNeste ano são R$ 4,9 bilhões disponíveis para que os produtores possam se credenciar e cadastrar empréstimos para melhorar a produtividade do setor. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) repassou, nesta semana, R$ 3 bilhões aos agentes financeiros que operam o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), conforme publicação no Diário Oficial da União.

Os recursos foram transferidos para os bancos ABC Brasil, Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo, BBM, BMG, Bradesco, China Construction Bank, Citibank, Bancoob, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, Fibra, Itaú Unibanco, Original, RaboBank, Ribeirão Preto, Votorantim, Sicoob Credialp, Sicoob Credicarmo, Sicoob Agrocredi, Sicoob Credivar, Sicoob Coopacredi e Sicoob Credinter.

Os agentes financeiros atuarão na aplicação dos recursos do Funcafé na safra 2018/2019, em financiamentos para as seguintes finalidades de crédito: custeio, estocagem, aquisição de café, capital de giro para indústrias de café solúvel e de torrefação de café, cooperativas de produção e recuperação de cafezais danificados.

As liberações para 21 instituições financeiras contratadas pelo Funcafé, de um total de 37 bancos, somam R$ 1,86 bilhão para a linha de financiamento de estocagem, R$ 1,1 bilhão para custeio, R$ 1 bilhão para aquisição de café (FAC), R$ 200 milhões para capital de giro a indústrias de café solúvel, R$ 300 milhões para torrefação e R$ 425,2 milhões para as cooperativas de produção, além de R$ 10 milhões para recuperação de cafezais danificados. Nos próximos dias, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento assinará contrato com os outros 16 bancos.

Neste ano, o Funcafé dispõe de R$ 4,9 bilhões para financiar o setor do agronegócio do café. As taxas de juros foram definidas no lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019, no início de junho deste ano. As taxas de financiamentos de custeio e estocagem foram fixadas em até 7% ao ano e até 9,5% a.a. para FAC e linhas de capital de giro, para as cooperativas e indústrias do setor.

 

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