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Criação de equinos exige protocolo sanitário para garantir mais qualidade na tropa

🕔14.jul 2020

cavalos em filaOs cavalos exercem um papel fundamental no agronegócio brasileiro, sendo também um importante motor econômico do país. De acordo o Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo, realizado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo (Esalq/SP), a indústria equestre movimenta cerca de R$ 16,5 bilhões, anualmente.

Diversos segmentos são impulsionados pelos cavalos: medicamentos veterinários, associações, fábricas de ração, selaria e acessórios, leilões, competições equestres, entre outros.

Apesar de fazer parte de um mercado em expansão, muitos equinos, especialmente no campo, não têm acesso ao protocolo sanitário adequado. As exigências sanitárias da tropa de serviço e  dos cavalos atletas são similares. Porém, erroneamente, os animais utilizados nas demandas do setor agro, como criação de gado, tração de veículos, entre outros, comumente são negligenciados em relação aos protocolos de vacinas e vermífugos.

A falta de investimento na saúde desses equinos pode causar uma série de prejuízos ao pecuarista, como a queda no desempenho e, até mesmo, a morte do animal. Afinal, os equinos são constantemente expostos a uma série de agentes infecciosos.

“A implementação de um programa de vacinas assertivo é essencial para diminuir os riscos de contaminação e, consequentemente evitar os prejuízos econômicos associados aos gastos com tratamento e perda de animais. A tropa brasileira está sujeita a uma série de doenças, entre as principais, estão a raiva, a encefalomielite, a gripe equina, o tétano e a garrotilho”, conta a médica veterinária e Gerente de Linha da Unidade de Equinos da Ceva Saúde Animal, Baity Leal.

A vacinação contra raiva, encefalomielite (“mal de roda”), tétano, gripe e garrotilho deve acontecer logos nos primeiros meses de vida do cavalo. O potro deve ser vacinado seguindo um protocolo de imunização que envolve de duas a três doses de cada vacina. É importante ressaltar que os equinos devem receber uma revacinação anual em dose única, porém se o criador perder o prazo, será preciso recomeçar o protocolo.

A vermifugação adequada também exerce um papel fundamental na manutenção da saúde da tropa. Anualmente devem ser realizadas pelo cerca de 3 vermifugações com protocolos com bases compostas por ivermectina e praziquantel, antiparasitários de amplo espectro.

“Para monitorar o nível parasitário dos cavalos atletas, por exemplo, é indicado o uso de exames de OPG (ovos por grama de fezes). O teste será responsável por mensurar o grau de infestação dos equinos”, conta Baity.

Frente aos desafios impostos para proteção dos cavalos, a Ceva Saúde Animal, desenvolveu um protocolo de vacinação exclusivo. O programa é composto por três vacinas Tri-equi ®, Rabmune e Garrotilho. Juntas, elas oferecem proteção robusta contra cinco doenças: Gripe Equina, Encefalomielite Equina (“Mal de roda”), Tétano, Raiva e Garrotilho. Além disso, a empresa também oferece ao mercado a linha Padock® indicada para controle das verminoses em equinos causadas pelos grandes e pequenos estrôngilos.

“Doenças na tropa prejudicam o animal e também o criador. Por isso, desenvolvemos um protocolo sanitário pensado para facilitar a rotina dos produtores. Investir na sanidade da tropa é uma forma de proteger uma das principais ferramentas de trabalho da fazenda. Mantenha a lida em dia, consulte o médico veterinário e faça a prevenção indicada para os equinos regularmente, essas são medidas imprescindíveis que auxiliaram a manter a biosseguridade da tropa” finaliza Baity.

 

CITEquin - Hospital do Cavalo, Paudalho-PE