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Carne suína brasileira ganha o mercado da Coreia do Sul

🕔21.Maio 2018

carne suina 2A abertura do mercado é válida para quatro plantas produtoras da Aurora, BRF, Pamplona e Seara, instaladas no Estado de Santa Catarina – único estado reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como livre de aftosa sem vacinação. Este status é uma pré-condição estabelecida por países como Coreia do Sul e Japão, que já compra carne suína brasileira desde  2013, para a habilitação de plantas.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a abertura do mercado depois que o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, anunciou a novidade. De acordo com o vice-presidente técnico da ABPA, Rui Eduardo Saldanha Vargas, a conclusão do formato de Certificado Sanitário Internacional era a última etapa para a viabilização das vendas para o mercado sul-coreano.

“Foram mais de 10 anos de negociações até a consolidação da abertura. É uma vitória para o setor e para o Brasil, graças ao efetivo trabalho das várias forças envolvidas e do engajamento do Ministério”, destaca. Segundo o vice-presidente de mercados da associação, Ricardo Santin, o mercado sul-coreano tem grande potencial para se tornar um dos maiores importadores da carne suína produzida no Brasil.

“A Coreia do Sul é a quarta maior importadora mundial de produtos suínos. Apenas em 2017, foram mais de 645 mil toneladas (segundo o USDA) provenientes de vários destinos.  Após enfrentar um cenário de crise no setor, temos boas expectativas com as vendas para este mercado, que poderá se posicionar, em breve, entre os maiores destinos do nosso produto exportado”, analisa.

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