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Arca de Noé moderna tem banco de semen na Embrapa

🕔23.jan 2017

raça pé duroMais recentemente, novos animais vêm sendo incorporados à Arca de Noé da Embrapa, que está cada vez mais diversificada e tecnológica. Sêmen, embriões e DNA são conservados em criobancos, congelados em nitrogênio líquido a temperaturas abaixo de zero, que mantêm a integridade biológica do material genético conservado a longo prazo. O Banco Genético da Embrapa é um espaço moderno e tecnológico, inaugurado em 2014, e apresenta as condições ideais de segurança para a salvaguarda de todo esse material genético.

A Embrapa investe na conservação de recursos genéticos animais desde 1983. O objetivo é preservar raças de animais domésticos de interesse para a pecuária, conhecidas como localmente adaptadas, pois se desenvolveram no Brasil a partir de animais trazidos pelos colonizadores logo após o descobrimento. São, portanto, verdadeiros tesouros genéticos, pois possuem características de rusticidade e adaptabilidade adquiridas ao longo dos séculos, com grande potencial de uso em programas de melhoramento genético, a partir de cruzamentos com raças comerciais.

A conservação de raças localmente adaptadas é uma das prioridades da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), que mantém uma comissão permanente para fortalecer a conservação e uso sustentável de recursos genéticos de plantas, animais e microrganismos em nível mundial. O pesquisador da Embrapa Arthur Mariante é o ponto focal da região que compreende os países da América Latina e Caribe nessa comissão desde 2007. Ao longo desses anos, ele vem trabalhando para estreitar a parceria entre os países dessa região, com base nas quatro grandes linhas de atuação propostas pelo FAO em relação a recursos genéticos animais: conservação, utilização sustentável, caracterização e capacitação.

Para evitar a perda desse material genético importante e insubstituível, a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia coordena ações de conservação in situ (no local de origem dos animais) e ex situ in vivo (quando os animais são criados fora do habitat no qual a raça se desenvolveu), em parceria com outras unidades da Embrapa em todas as regiões brasileiras, além de universidades, empresas estaduais de pesquisa, associações de criadores e produtores particulares.

 

 

 

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